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Tudo e Todos

 

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Quem visitar Lisboa não pode deixar de conhecer a Tudo e Todos!

A proposta da loja é ser um ponto de encontro de amigos, clientes, artistas, artesãos e turistas. Miguel Reduto, proprietário da loja ateliê,  pensa o espaço para acolher pessoas. A Tudo e Todos é uma loja com alma.

 

O prédio data de 1896, projetado para ser uma padaria, preserva os azulejos azuis, tipicamente portugueses e os fornos de pães.

 

Esculturas em pedra, quadros, artesanatos regionais, cerâmicas, bijouterias, bolsas em tecidos, carteiras, tapetes, louças em barro, vinhos, livros, azulejos, móveis, azeites, estão dispostos  nas duas salas do ateliê  de onde se vê a passagem do elétrico 28.

 

Um espaço de projetos, ideias e pessoas. Realmente a não perder em Lisboa!

 

Tudo e Todos | Rua Dos Poais de São Bento, 31, 1200-346 Lisboa | Portugal

 

 

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Semana das Camélias

Andar pelas ruas da cidade  é ter uma surpresa a cada esquina, em todo jardim de uma pequena casa ou palacete, elas estão lá colorindo o cenário. Brancas, cor de rosa, vermelhas, encantam pela beleza. O Porto é a cidade das Camélias.

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Nesta semana a cidade tem uma série de eventos culturais onde o tema é sempre Camélias. Concertos de música clássica, exposições, performances, instalações, peças de teatro, workshops, tudo para celebrar a flor símbolo do Porto.

A Camélia originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão, mas foi  no Porto que encontrou pouso e jardins.

Os primeiros registros de camélias na cidade  datam de 1810, encomendadas da Inglaterra por Luís de Van Zeller, para os jardins públicos e privados.  A cidade tinha uma enorme  comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto.  O surgimento da Camélia na Europa foi por volta de 1739 na Inglaterra.

Os  portuenses mas ricos da época , com possibilidade de fazerem viagens ao exterior, trouxeram a espécie,  considerada exótica, que viam nas feiras internacionais. Assim, no início do século XIX surgem os primeiros jardins privados com  camélias.

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A camélia, flor de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto. De tal forma que o poeta Giusuè Carducci ,em visita à cidade  escreveria em 1849 que “o Porto é como um rio correndo entre camélias”.

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Nas feiras de artesanato é possível encontrar desde chás, licores, desenhos e pinturas, bijouterias, bordados, e claro, as mudas de tamanhos variados. A inspiração dá pétalas à criatividade.

Até 12 de Março de 2017 pelas ruas, museus, igrejas, parques e jardins da cidade.

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Semana das Camélias

Andar pelas ruas da cidade  é ter uma surpresa a cada esquina, em todo jardim de uma pequena casa ou palacete, elas estão lá colorindo o cenário. Brancas, cor de rosa, vermelhas, encantam pela beleza. O Porto é a cidade das Camélias.

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Nesta semana a cidade tem uma série de eventos culturais onde o tema é sempre Camélias. Concertos de música clássica, exposições, performances, instalações, peças de teatro, workshops, tudo para celebrar a flor símbolo do Porto.

A Camélia originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão, mas foi  no Porto que encontrou pouso e jardins.

Os primeiros registo de camélias na cidade  datam de 1810, encomendadas da Inglaterra por Luís de Van Zeller, para os jardins públicos e privados.  A cidade tinha uma enorme  comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto.  O surgimento da Camélia na Europa foi por volta de 1739 na Inglaterra.

Os  portuenses mas ricos da época , com possibilidade de fazerem viagens ao exterior, trouxeram a espécie,  considerada exótica, que viam nas feiras internacionais. Assim, no início do século XIX surgem os primeiros jardins privados com  camélias.

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A camélia, flor de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto. De tal forma que o poeta Giusuè Carducci ,em visita à cidade  escreveria em 1849 que “o Porto é como um rio correndo entre camélias”.

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Nas feiras de artesanato é possível encontrar desde chás, licores, desenhos e pinturas, bijouterias, bordados, e claro, as mudas de tamanhos variados. A inspiração dá pétalas à criatividade.

Até 12 de Março de 2017 pelas ruas, museus, igrejas, parques e jardins da cidade.

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Casa dos Afectos

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O Blog mudou! 

Uma nova fase se inicia. Estou no Porto, a 9000 km das minhas raízes brasileiras e paulistanas. Além de arquitetura, decoração e design, que são profissão e paixão,   quero partilhar minha experiência de morar no Porto, em Portugal, mostrar a correspondência das influências que a cidade exerceu no Brasil e em São Paulo, a conexão que ainda mantemos, mostrar lugares de charme pouco divulgados e o turismo rural da região, dar sugestões de onde comer, dicas para estudantes, para quem quer morar e trabalhar neste país maravilhoso – comportamentos, cultura, moda, cinema, poesia, cozinha, arte, história, artesanato, enfim, contar em detalhes as minhas percepções.

Pela 3ª vez, o Porto é a cidade eleita como melhor destino europeu 2017. A cidade é um mosaico urbano e natural;  Oceano Atlântico Norte, Rio Douro, cidade histórica que preserva referências românicas do período da Idade Média, do Barroco na  Baixa e Ribeira, arquitetura internacional com os  Pritzker portuenses Álvaro Siza, Eduardo Souto Moura e do holandês  Rem  Koolhaas. Cidade onde tradição e modernidade vivem em harmonia e fazem qualquer visitante se apaixonar.

O nome do blog agora passa a se chamar “Casa dos Afectos”. A casa é o nosso abrigo, habitat, espaço de sonhos onde construímos nossos “Afectos”. E essa casa pode estar em qualquer lugar do mundo.

É através da janela desta casa portuguesa, onde há sempre pão e vinho sobre a mesa, com certeza , que quero repartir, aprender,  trocar experiências e descobrir um novo modo de ser/estar, arquitetando pontes de afectos.