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Semana das Camélias

Andar pelas ruas da cidade  é ter uma surpresa a cada esquina, em todo jardim de uma pequena casa ou palacete, elas estão lá colorindo o cenário. Brancas, cor de rosa, vermelhas, encantam pela beleza. O Porto é a cidade das Camélias.

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Nesta semana a cidade tem uma série de eventos culturais onde o tema é sempre Camélias. Concertos de música clássica, exposições, performances, instalações, peças de teatro, workshops, tudo para celebrar a flor símbolo do Porto.

A Camélia originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão, mas foi  no Porto que encontrou pouso e jardins.

Os primeiros registros de camélias na cidade  datam de 1810, encomendadas da Inglaterra por Luís de Van Zeller, para os jardins públicos e privados.  A cidade tinha uma enorme  comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto.  O surgimento da Camélia na Europa foi por volta de 1739 na Inglaterra.

Os  portuenses mas ricos da época , com possibilidade de fazerem viagens ao exterior, trouxeram a espécie,  considerada exótica, que viam nas feiras internacionais. Assim, no início do século XIX surgem os primeiros jardins privados com  camélias.

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A camélia, flor de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto. De tal forma que o poeta Giusuè Carducci ,em visita à cidade  escreveria em 1849 que “o Porto é como um rio correndo entre camélias”.

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Nas feiras de artesanato é possível encontrar desde chás, licores, desenhos e pinturas, bijouterias, bordados, e claro, as mudas de tamanhos variados. A inspiração dá pétalas à criatividade.

Até 12 de Março de 2017 pelas ruas, museus, igrejas, parques e jardins da cidade.

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Semana das Camélias

Andar pelas ruas da cidade  é ter uma surpresa a cada esquina, em todo jardim de uma pequena casa ou palacete, elas estão lá colorindo o cenário. Brancas, cor de rosa, vermelhas, encantam pela beleza. O Porto é a cidade das Camélias.

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Nesta semana a cidade tem uma série de eventos culturais onde o tema é sempre Camélias. Concertos de música clássica, exposições, performances, instalações, peças de teatro, workshops, tudo para celebrar a flor símbolo do Porto.

A Camélia originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão, mas foi  no Porto que encontrou pouso e jardins.

Os primeiros registo de camélias na cidade  datam de 1810, encomendadas da Inglaterra por Luís de Van Zeller, para os jardins públicos e privados.  A cidade tinha uma enorme  comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto.  O surgimento da Camélia na Europa foi por volta de 1739 na Inglaterra.

Os  portuenses mas ricos da época , com possibilidade de fazerem viagens ao exterior, trouxeram a espécie,  considerada exótica, que viam nas feiras internacionais. Assim, no início do século XIX surgem os primeiros jardins privados com  camélias.

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A camélia, flor de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto. De tal forma que o poeta Giusuè Carducci ,em visita à cidade  escreveria em 1849 que “o Porto é como um rio correndo entre camélias”.

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Nas feiras de artesanato é possível encontrar desde chás, licores, desenhos e pinturas, bijouterias, bordados, e claro, as mudas de tamanhos variados. A inspiração dá pétalas à criatividade.

Até 12 de Março de 2017 pelas ruas, museus, igrejas, parques e jardins da cidade.

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Ô abre alas!! Hambúrguer e arte!

Menu de carnaval! 

 

Ontem o prato do dia não foi bacalhau, foi hambúrguer!

O que não falta no Porto são restaurantes, cafés, confeitarias. A variedade de restaurantes regionais e especializados em peixe surpreende na qualidade dos produtos, principalmente o peixe. Mas nem todo dia se come bacalhau, sardinhas e robalos assados ou tripas à moda do Porto.

No mês passado chegou ao Porto Steak’n Shake, a terceira hamburgueria da rede americana em Portugal, onde o charme fica por conta de saborear hambúrguers ao lado dos murais de Joana Vasconcelos. Artista plástica portuguesa da Arte Pública, reconhecida pelos inúmeros trabalhos internacionais, como a Bienal de Veneza,  Versailles e São Paulo.

Em tempos de polêmicas sobre Street Art e cor na cidade de São Paulo, os painéis de Joana Vasconcelos feitos de azulejos coloridos, encantam e enchem os olhos. É impossível não fotografar. As cores e formas contrastam com a arquitetura de casarios acinzentados pelo tempo. Olhar por instantes os murais, é ter a sensação de alegria em fração de segundos. São 20 metros de painel na fachada lateral, em 8000 azulejos idealizados e pintados à mão pela artista plástica. A inspiração vem das filigranas, trabalho ornamental feito de fios muito finos usados em joias de ouro , prata ou bronze, neste caso, da região de Viana do Castelo.

O hambúrguer é muito bom, acompanhado da tradicional batata frita é servido por jovens simpáticos e muito educados.

Um casal gastará em média 17 Euros, bebendo 2 finos (chopps).

A hamburgueria fica no Largo do Moinho de Vento, na Baixa| Porto

Vale conferir!

Cor na cidade