Tag Archives: Tendências

10 Tendências que ficaram “over”

Móveis grandes

Móveis extra grandes são ineficientes no espaço porque comprometem a circulação. O ideal é optar por móveis de tamanho normal, desse modo a casa ficará perfeita

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Decoração Anos 1950

As peças Ano 1950 ficaram cansativas. Peças fora do contexto inundaram ambientes “moderninhos”. Que tal experimentar outras propostas de mobiliário? Quem sabe móveis do Séc XIX?!

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Tapetes em peles

Os ambientes podem ficar mais chiques com os tapetes feitos à mão. Os Kilins não saem de moda e são sempre bem vindos.

Pendentes com lâmpadas expostas

A função das luminárias pendentes é esconder as lâmpadas. Com a tendência do uso de lâmpadas de filamentos nos pendentes, houve um verdadeiro excesso na forma de uso. O ideal é rever o projeto luminotécnico com outras propostas de uso e escolha de formato, escondendo as lâmpadas, claro.

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Plantas Suculentas

Bonitas e fáceis de cuidar, as suculentas espalharam-se por toda a casa. Mas atenção, um pouco de cor e exuberância de outras plantas podem dar charme e sofisticação aos ambientes.

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Metal Polido

O estilo industrial e os metais polidos já ficaram para trás. Agora a tendência é por metais mais quentes, como o bronze e o ouro, que estão na moda e agregam elegância ao espaço.

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Carrinhos Bar

Quando usado corretamente, os carrinhos bar podem ser úteis, mas muitas vezes os excessos nas prateleiras podem comprometer o visual. Menos é mais.

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Espaços Abertos

Forte tendência dos últimos anos, onde os espaços integrados foram criados para família e amigos, hoje a busca é por ambientes privados. Ao invés da cozinha aberta para sala, a necessidade hoje é dos espaços onde se pode apreciar obras de arte, ouvir música, receber amigos  como nas salas estar de outros tempos.

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Cartazes

Troque as frases positivas por belas fotografias. Palavras bonitas devem ser guardadas para cartões postais.

Saturação do Vintage

Escolher uma peça vintage pode ser uma boa ideia e ponto de partida para compor o ambiente, mas nada de exageros. O excesso pode transformar a casa num antiquário.

Bom senso, equilíbrio, qualidade ainda são palavras chaves para quem quer decorar.

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Tudo e Todos

 

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Quem visitar Lisboa não pode deixar de conhecer a Tudo e Todos!

A proposta da loja é ser um ponto de encontro de amigos, clientes, artistas, artesãos e turistas. Miguel Reduto, proprietário da loja ateliê,  pensa o espaço para acolher pessoas. A Tudo e Todos é uma loja com alma.

 

O prédio data de 1896, projetado para ser uma padaria, preserva os azulejos azuis, tipicamente portugueses e os fornos de pães.

 

Esculturas em pedra, quadros, artesanatos regionais, cerâmicas, bijouterias, bolsas em tecidos, carteiras, tapetes, louças em barro, vinhos, livros, azulejos, móveis, azeites, estão dispostos  nas duas salas do ateliê  de onde se vê a passagem do elétrico 28.

 

Um espaço de projetos, ideias e pessoas. Realmente a não perder em Lisboa!

 

Tudo e Todos | Rua Dos Poais de São Bento, 31, 1200-346 Lisboa | Portugal

 

 

Projeto DB 2016

O projeto DB 2016 é de um apartamento em Santo André |SP, Brasil. A personalização teve início em 2015 com término em 2016. São 140M2 divididos em sala de estar, varanda transformada em sala de jantar, cozinha, área de serviço, lavabo e 3 suites.

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O apartamento do casal, com filhos adultos e não que moram no imóvel, tem estilo contemporâneo e peças  do clássico do design.  Minha opção no conceito do projeto foi  unir conforto e praticidade com a escolha de materiais nobres e atemporais. Como resultado consegui  realizar as expectativas dos clientes com  ambientes claros e elegantes.

Os revestimentos de piso da área social é em porcelanato na cor Branca. O piso da área íntima em madeira Cumaru.

Um dos  destaques é o projeto luminotécnico especial com a criação de cenários de acordo com o layout. Além da iluminação técnica,  alguns pontos  valorizam detalhes da decoração. A iluminação indireta da sanca e pendentes laterais sobre o móvel do home-theater dão um clima intimista à sala.

No living usei tecidos sofisticados como a seda e o veludo nos estofados. O tapete uma criação da designer italiana Patrícia Urqueola, numa composição patchwork em tons de azul.

O mobiliário solto como mesa de centro e banco, a laca cinza claro integram com o móvel do home-theater em laca cinza escuro, mesa lateral azul também em laca, além da mesa de apoio do sofá em madeira, estratégicamente escolhido para aquecer o ambiente. Poltronas Barcelona compõem com o sofá de maneira harmoniosa.

Painel em espelho bronze e porta deslizante Cinex ampliam o ambiente  com requinte.

Como complemento fotografias do deserto do Atacama colorem o ambiente.

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Na varanda jantar optei por clássicos do design com mesa Saarinen e cadeiras Vitra em tom castanho.

A iluminação em pendentes de cobre com lâmpadas de filamentos deram charme à varanda.

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Na cozinha mantive a cor Branca como base e destaquei o armário da bancada em azul petróleo.

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No lavabo usei revestimento da parede em dourado em composição com papel de parede azul e dourado. O espelho bronze destacou a bancada Branca e torneira dourada.

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No dormitório do casal mantive os tons claros com papel de parede cinza azulado, cabeceira da cama em veludo bege, móvel da TV em laca Branca. A sua cortinas são em seda rústica e linho branco.

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O closet é composto por armários em laca Branca, cortinas seguindo o dormitório do casal em seda rústica e linho e tapete  oriental em cinza. Banquetas Barcelona em veludo azul complementam o ambiente.

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Os banheiros Sra. e Sr. Tem como base porcelanato e bancadas na cor Branca. Como detalhe revestimento com textura dentro do box do chuveiro na cor Branca e prata envelhecida.

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No escritório papel de parede Branco. O destaque é o tapete com desenho da Arte Pop anos 1970, dos Irmãos Campana.

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Na área de serviço mantive a cor Branca para dar continuidade à leitura do conceito do projeto.

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Fotógrafo Hilmar Carrer

Design Vintage

Os  apaixonados por clássicos do design e móveis dinamarqueses, que vêm  ao Porto, vale a pena conhecerem a loja Vintage Departement, espaço onde se econtram peças que são verdadeiros tesouros com preços convidativos.

Aberta em Dezembro a loja tem sido referência para arquitetos e designer de interiores. Seu primeiro endereço fica em Lisboa, mas a loja do Porto também  tem móveis de designers, peças recuperadas e objectos industriais, sendo que, entre os vários designers representados estão: Christian Lacroix, Sigurd Ressel, Matthew Williamson, Arne Jacobson, Charles and Ray Eames, Martin Visser e Sandra Baia.

As peças restauradas são de ótima qualidade. Clássicos  do design que compõem qualquer ambiente com muito charme.


A nova loja de decoração Vintage situa-se na Ribeira do Porto, ao lado do Mercado Ferreira Borges. Além de igrejas, museus, bares e restaurantes, a loja é digna de uma visita para encher os olhos e a casa com peças que são verdadeiros achados.

Made in Brasil

O Design Brasileiro alcança   o respeito  internacional. Os designers se aprimoram para atender às exigências de mercado, se apropriam  de linguagens, cultura e materiais diversos do país continental,  entreposto de design moderno e contemporâneo.

Sérgio Rodrigues, Lina Bo Bardi, Joaquim Tenreiro, Oscar Niemeyer, Zalszupin  ícones  da arquitetura e precursores do Design  Brasileiro, resistem ao tempo pela personalidade  marcante das peças.

Os  Irmãos  Campana vieram na geração seguinte,   marcando território no Brasil e no mundo com a irreverência e talento indiscutível, onde a muito tempo já se preocupavam com sustentabilidade, antes mesmo de virar condição sine qua non na produção de design.

 Representados pela Edra, na Itália, as peças encantaram Massimo Morozzi que passou a fabricar suas invenções.

O sucesso e reconhecimento  levaram os Irmãos   Campana ao MoMA, em New York |USA.  A Poltrona,  a Cadeira Cone (1997) e a Mesa Inflável (1995), se tornaram parte do acervo permanente.

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Recentemente, surgem novos jovens talentos com prêmios internacionais como Guto Índio da Costa, Jader Almeida, Zanine de Zanini, Sérgio  Mattos e Guilherme Torres  referências no segmento, pela  sensibilidade nos processos de criação e fabricação das peças são  aguardados em feiras internacionais como Il Saloni del Mobile Milano, Itália.

Misturam funcionalidade e simplicidade em  materiais e formas que resultam  em beleza e refinamento.

Têm como premissa desenvolverem produtos com racionalidade, formas puras, estética atemporal e produtos com valores duráveis.

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Não posso deixar de mostrar as peças de Claudia Moreira Salles, que tem um trabalho de estilo  marcante e próprio. Pesquisadora de cultura, aprofundou-se em projetos pouco comuns, como o desenvolvimento de mobiliário voltado à educação. Seu trabalho é de extrema sofisticão e elegância pela simplicidade das formas e materiais. Eu adoro!

O Design Brasileiro consolidou-se no mercado mundial,  objeto de desejo de arquitetos e designer de interiores, agrega valor em todo bom trabalho.  Marca registrada na escolha do Design Brasileiro em meus projetos.

 

Semana das Camélias

Andar pelas ruas da cidade  é ter uma surpresa a cada esquina, em todo jardim de uma pequena casa ou palacete, elas estão lá colorindo o cenário. Brancas, cor de rosa, vermelhas, encantam pela beleza. O Porto é a cidade das Camélias.

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Nesta semana a cidade tem uma série de eventos culturais onde o tema é sempre Camélias. Concertos de música clássica, exposições, performances, instalações, peças de teatro, workshops, tudo para celebrar a flor símbolo do Porto.

A Camélia originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão, mas foi  no Porto que encontrou pouso e jardins.

Os primeiros registros de camélias na cidade  datam de 1810, encomendadas da Inglaterra por Luís de Van Zeller, para os jardins públicos e privados.  A cidade tinha uma enorme  comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto.  O surgimento da Camélia na Europa foi por volta de 1739 na Inglaterra.

Os  portuenses mas ricos da época , com possibilidade de fazerem viagens ao exterior, trouxeram a espécie,  considerada exótica, que viam nas feiras internacionais. Assim, no início do século XIX surgem os primeiros jardins privados com  camélias.

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A camélia, flor de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto. De tal forma que o poeta Giusuè Carducci ,em visita à cidade  escreveria em 1849 que “o Porto é como um rio correndo entre camélias”.

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Nas feiras de artesanato é possível encontrar desde chás, licores, desenhos e pinturas, bijouterias, bordados, e claro, as mudas de tamanhos variados. A inspiração dá pétalas à criatividade.

Até 12 de Março de 2017 pelas ruas, museus, igrejas, parques e jardins da cidade.

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Semana das Camélias

Andar pelas ruas da cidade  é ter uma surpresa a cada esquina, em todo jardim de uma pequena casa ou palacete, elas estão lá colorindo o cenário. Brancas, cor de rosa, vermelhas, encantam pela beleza. O Porto é a cidade das Camélias.

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Nesta semana a cidade tem uma série de eventos culturais onde o tema é sempre Camélias. Concertos de música clássica, exposições, performances, instalações, peças de teatro, workshops, tudo para celebrar a flor símbolo do Porto.

A Camélia originária da Ásia, mais concretamente de países que se estendem da China ao Japão, mas foi  no Porto que encontrou pouso e jardins.

Os primeiros registo de camélias na cidade  datam de 1810, encomendadas da Inglaterra por Luís de Van Zeller, para os jardins públicos e privados.  A cidade tinha uma enorme  comunidade inglesa nessa época, devido ao comércio do Vinho do Porto.  O surgimento da Camélia na Europa foi por volta de 1739 na Inglaterra.

Os  portuenses mas ricos da época , com possibilidade de fazerem viagens ao exterior, trouxeram a espécie,  considerada exótica, que viam nas feiras internacionais. Assim, no início do século XIX surgem os primeiros jardins privados com  camélias.

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A camélia, flor de Inverno, adaptou-se rapidamente ao clima de temperaturas amenas e solos ácidos do Porto. De tal forma que o poeta Giusuè Carducci ,em visita à cidade  escreveria em 1849 que “o Porto é como um rio correndo entre camélias”.

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Nas feiras de artesanato é possível encontrar desde chás, licores, desenhos e pinturas, bijouterias, bordados, e claro, as mudas de tamanhos variados. A inspiração dá pétalas à criatividade.

Até 12 de Março de 2017 pelas ruas, museus, igrejas, parques e jardins da cidade.

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Quanto custa morar no Porto?

Morar no Porto, em Portugal tem sido uma experiência muito boa. A cidade é tranquila, assim como todo o país, apesar do Porto e Lisboa serem as maiores cidades, não se comparam ao ritmo de São Paulo e do Rio de Janeiro.  Portugal tem  baixo índice de violência, e se recupera da crise econômica dos anos 2010 à 2014. Para quem é aposentado ou tem negócio próprio, e não depende de oportunidades, é um bom lugar para viver.

Morar em qualquer cidade exige planejamento,  vou listar os itens essenciais com valores para um casal que pretende se instalar na região do Porto.

Habitação

Habitação  é um dos itens que mais pesa no orçamento. Como na maioria das cidades, morar no centro ou próximo, custa mais caro. Muitos fatores contribuem para inflacionar os valores dos  imóveis, como local/freguesia. Se a escolha for nos subúrbios ou à 10 km ao redor do centro, os valores tendem a cair.

Veja no mapa as facilidades de serviços e transportes na região;

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Na área em vermelho se concentram as principais linhas de transportes públicos – metrô, autocarros (ônibus), comboios (trens), e bondes. Além dos serviços como hospitais, shoppings, faculdades e as maiores oportunidades de trabalho.

Para alugar um apartamento;
Preços: T0/T1 – Entre €350 e €450. T2 – Entre €500 e €600.
Preços de quarto (casa compartilhada, com contas incluídas, no caso de estudantes) – Entre €200 e €300.

A área verde do mapa fica à 10 km do centro do Porto, a região é ainda mais calma, ideal para quem quer mais qualidade de vida. O acesso é feito de comboio (trem), em algumas pequenas cidades também há a opção de metro.

Preços: T0/T1 Entre €200 e €250. T2 – Entre €300 e €350.
Preços de quarto (casa compartilhada, com contas incluídas para estudantes ) – Entre €100 e €150.

Existem muitos imóveis mobiliados, com armários embutidos e com todos os equipamentos de cozinha, incluindo louças. Uma tendência em função da grande procura para estudantes.

Alimentação 
Alimentação em Portugal é ” relativamente” barata,  e no Porto idem, comendo em casa ou fora. São quatro, as maiores redes de supermercados:  Continente, Jumbo, Pingo Doce e Mini Preço (Mercado Dia do Brasil).

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Os supermercados, normalmente, têm um “cartão fidelidade”  que é grátis, onde se acumulam pontos, descontos, cupons de ofertas e brindes.

Preços: €250 é o valor médio de gastos para um casal que faz as refeições em casa.

Comer fora (longe da zona turística, claro), se gasta entre €8 e €10 por pessoa, em restaurantes simples ou regionais. Existem muitas opções, mas dificilmente se tem grandes sustos na hora de pagar a conta, mesmo nos restaurantes mais badalados.

O combo mais caro do McDonalds custa €6, e tem o dobro do tamanho do Brasil.

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Despesas com serviços
Os serviços de energia giram em torno de  €80 à 100/mês para duas pessoas , porque os brasileiros gastam mais, tanto no inverno, com aquecedores, como no verão. Os hábitos europeus são muito diferentes dos brasileiros em se tratando de higiene pessoal (banhos).

O serviço de água/casal é de  €20/mês.

O Combo da empresa NOS (televisão + globo internacional, telefone, internet de 100mb e celular com internet e ligações/sms ilimitados) custa €50/mês.

Transporte Público/Combustíveis 
Os transportes públicos são excelentes, as linhas do metrô interligam várias freguesias e o aeroporto, o bilhete custa €1,20 para algumas linhas e percursos. É possível usar o bilhete por uma hora entre metrô, ônibus, bondinho e etc. Para os usuários  constantes existe o bilhete mensal, que custa €30/mês. A maior parte do percurso das linhas do metrô é feita por superfície.

O preço da gasolina é de €1,56 e gasóleo €1,35

Saúde Pública

Ao contrário do que pensam os brasileiros, a rede de saúde pública é muito boa, mas não é gratuita. Os preços de consultas, exames, etc, são muito baixos para os portugueses e residentes no país. Sobem muito para quem é visitante, não tem o visto de permanência, ou não tem o documento comprovatório que dá direito à todo brasileiro  receber atendimento gratuito.  Não há necessidade de planos de saúde privados.

Salários

O salário mínimo de Portugal em 2017 é €557.

Os salários médios para quem tem formação universitária gira em torno de €1200 à €2000, mas Portugal tem um mercado de trabalho restrito e não é como nos outros países da Europa. Neste momento há uma enorme emigração de jovens portugueses que terminam a universidade, para países vizinhos e para os USA em busca de melhores ofertas de trabalho. É preciso atenção para o tipo de profissão mais requisitada no momento.

Existem sites com guias sobre como trabalhar em Portugal.

Conclusão

Custo de vida/casal no Porto, Portugal:

Habitação/aluguel    €500
Alimentação               €250

Energia                         €80
Água                              €20

TV/internet.               €50

Total:                          €900

Referências

LinkedIn –  Projeto Vida e Carreira em Portugal

Eurodicas

Fotos Aníbal Passos

 

 

 

 

Ô abre alas!! Hambúrguer e arte!

Menu de carnaval! 

 

Ontem o prato do dia não foi bacalhau, foi hambúrguer!

O que não falta no Porto são restaurantes, cafés, confeitarias. A variedade de restaurantes regionais e especializados em peixe surpreende na qualidade dos produtos, principalmente o peixe. Mas nem todo dia se come bacalhau, sardinhas e robalos assados ou tripas à moda do Porto.

No mês passado chegou ao Porto Steak’n Shake, a terceira hamburgueria da rede americana em Portugal, onde o charme fica por conta de saborear hambúrguers ao lado dos murais de Joana Vasconcelos. Artista plástica portuguesa da Arte Pública, reconhecida pelos inúmeros trabalhos internacionais, como a Bienal de Veneza,  Versailles e São Paulo.

Em tempos de polêmicas sobre Street Art e cor na cidade de São Paulo, os painéis de Joana Vasconcelos feitos de azulejos coloridos, encantam e enchem os olhos. É impossível não fotografar. As cores e formas contrastam com a arquitetura de casarios acinzentados pelo tempo. Olhar por instantes os murais, é ter a sensação de alegria em fração de segundos. São 20 metros de painel na fachada lateral, em 8000 azulejos idealizados e pintados à mão pela artista plástica. A inspiração vem das filigranas, trabalho ornamental feito de fios muito finos usados em joias de ouro , prata ou bronze, neste caso, da região de Viana do Castelo.

O hambúrguer é muito bom, acompanhado da tradicional batata frita é servido por jovens simpáticos e muito educados.

Um casal gastará em média 17 Euros, bebendo 2 finos (chopps).

A hamburgueria fica no Largo do Moinho de Vento, na Baixa| Porto

Vale conferir!

Cor na cidade 

 

 

Casa dos Afectos

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O Blog mudou! 

Uma nova fase se inicia. Estou no Porto, a 9000 km das minhas raízes brasileiras e paulistanas. Além de arquitetura, decoração e design, que são profissão e paixão,   quero partilhar minha experiência de morar no Porto, em Portugal, mostrar a correspondência das influências que a cidade exerceu no Brasil e em São Paulo, a conexão que ainda mantemos, mostrar lugares de charme pouco divulgados e o turismo rural da região, dar sugestões de onde comer, dicas para estudantes, para quem quer morar e trabalhar neste país maravilhoso – comportamentos, cultura, moda, cinema, poesia, cozinha, arte, história, artesanato, enfim, contar em detalhes as minhas percepções.

Pela 3ª vez, o Porto é a cidade eleita como melhor destino europeu 2017. A cidade é um mosaico urbano e natural;  Oceano Atlântico Norte, Rio Douro, cidade histórica que preserva referências românicas do período da Idade Média, do Barroco na  Baixa e Ribeira, arquitetura internacional com os  Pritzker portuenses Álvaro Siza, Eduardo Souto Moura e do holandês  Rem  Koolhaas. Cidade onde tradição e modernidade vivem em harmonia e fazem qualquer visitante se apaixonar.

O nome do blog agora passa a se chamar “Casa dos Afectos”. A casa é o nosso abrigo, habitat, espaço de sonhos onde construímos nossos “Afectos”. E essa casa pode estar em qualquer lugar do mundo.

É através da janela desta casa portuguesa, onde há sempre pão e vinho sobre a mesa, com certeza , que quero repartir, aprender,  trocar experiências e descobrir um novo modo de ser/estar, arquitetando pontes de afectos.